"Eu não sabia ao certo o que estava fazendo, mas sabia o que tinha que fazer.
Aquela noite em que o conheci, jamais vou esquecer.
Um momento quase perfeito, inocente em seus defeitos...
Agora, pra sempre.
Fui embora mas eu nunca disse adeus."
Aquela noite em que o conheci, jamais vou esquecer.
Um momento quase perfeito, inocente em seus defeitos...
Agora, pra sempre.
Fui embora mas eu nunca disse adeus."
Setenta anos é o tempo da nossa vida, oitenta anos, se ela for vigorosa. E a maior parte deles é fadiga inútil. (Salmo 90 - 10)
Na verdade, ainda não cansei dessa fadiga inútil que me trazia tanto prazer. Contudo, por mais que recebamos tapas verbais ao guiar-nos para a conduta de que mais correto é seguir a vida pela emoção, fechar a mente e ouvir nosso coração... Não consigo se quer fechar os olhos, sabendo que o correto para viver a minha vida segue de abrir mão de alguns vícios, que por mais que fassam pessoas felizes, é "inútil", porque nada se concretizar, porque a vida que estava vivendo não era a minha.
As vezes precisamos tirar um tempo só para nós mesmos, perceber atos, concretizar ideias. Sinto-me mais adulta com o que fiz, mais livre, tanto que o mundo está sendo pouco para mim. Entretanto, questiono-me pelo fato de ter terminado tudo tão cruelmente, ter deixado aquele mundo que sempre amei, servindo-me de refúgio, de um modo tão frio e rápido, sem despedir-me das pessoas (em especial, uma) em que mais pensava, em que sempre vinha em minha cabeça, quando ouvia histórias de amor.
Espero poder ter a oportunidade de viver a fantasia, agora em realidade. Espero que o meu refúgio e meu vício agora seje Jesus, e que ele faça-me seu instrumento, sendo guiada por um ser muito poderozo e não guiar seres virtuais. Porque um dia, outras pessoas não virão mais a Érica, e eu jamais irei poder dizer adeus quando este dia os surpreender. Mas pelo menos ter deixado algo de bom e produtivo, neste mundo de indigentes.
As vezes precisamos tirar um tempo só para nós mesmos, perceber atos, concretizar ideias. Sinto-me mais adulta com o que fiz, mais livre, tanto que o mundo está sendo pouco para mim. Entretanto, questiono-me pelo fato de ter terminado tudo tão cruelmente, ter deixado aquele mundo que sempre amei, servindo-me de refúgio, de um modo tão frio e rápido, sem despedir-me das pessoas (em especial, uma) em que mais pensava, em que sempre vinha em minha cabeça, quando ouvia histórias de amor.
Espero poder ter a oportunidade de viver a fantasia, agora em realidade. Espero que o meu refúgio e meu vício agora seje Jesus, e que ele faça-me seu instrumento, sendo guiada por um ser muito poderozo e não guiar seres virtuais. Porque um dia, outras pessoas não virão mais a Érica, e eu jamais irei poder dizer adeus quando este dia os surpreender. Mas pelo menos ter deixado algo de bom e produtivo, neste mundo de indigentes.

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